Geoestratégia com visão: OVIA participa no QSP SUMMIT 2025

O Presidente do Conselho de Administração da OVIA, Embaixador António Martins da Cruz, foi um dos oradores convidados do QSP SUMMIT 2025, tendo participado, no dia 3 de julho, no worklab “Global Geostrategy through Economic Diplomacy”, um dos painéis centrais da conferência que decorreu na Exponor, na cidade do Porto.

O evento, considerado um dos mais relevantes fóruns de pensamento estratégico e inovação empresarial da Europa, reuniu líderes globais, decisores políticos, diplomatas e académicos para discutir os grandes desafios da geopolítica e da economia mundial à luz da diplomacia económica moderna.

Na sua intervenção, o Embaixador António Martins da Cruz partilhou a sua vasta experiência internacional como diplomata e ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, sublinhando a importância da diplomacia económica como instrumento essencial para a afirmação externa dos territórios, com destaque para o papel das agências de desenvolvimento como a OVIA na construção de pontes entre regiões, empresas e culturas.

Entre os temas abordados pelo Presidente da OVIA, destacou-se o papel estratégico de Oeiras como hub europeu de inovação e talento, com forte vocação internacional e a necessidade de promover alianças sustentáveis entre cidades inteligentes e economias emergentes, tendo como base a confiança, a cooperação científica e a mobilidade de conhecimento.

A presença do Embaixador nesta plataforma de excelência reforça a visibilidade institucional da OVIA no panorama global, posicionando-a como um agente ativo da diplomacia económica e da projeção internacional de Oeiras.

O painel contou ainda com a participação de especialistas de renome nas áreas da estratégia internacional, das relações globais e da inovação, num ambiente de reflexão crítica e prospetiva sobre o papel das cidades e das regiões no novo xadrez geopolítico global.

A intervenção do Embaixador António Martins da Cruz foi amplamente elogiada pela sua visão estratégica, pragmatismo diplomático e profundo conhecimento das dinâmicas internacionais, deixando claro que o futuro da competitividade passa, inevitavelmente, pela geoestratégia colaborativa e pela diplomacia de impacto.

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